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Cooperativas financeiras oferecem taxas de juros mais baixas

Juros em cooperativas são mais atrativos no crédito pessoal, cartão de crédito e cheque especial

Com as taxas de juros em ritmo de alta, as cooperativas financeiras se destacam para as pessoas que buscam uma opção mais barata de acesso ao crédito. Em setembro deste ano, a taxa média de crédito pessoal nas cooperativas do Sicoob, por exemplo, foi de 31,5% a.a.,  enquanto que no mercado financeiro a média foi de 49,8% a.a.,  de acordo com dados do Banco Central do Brasil.

Para quem usa o rotativo do cartão de crédito, a taxa nas cooperativas para pessoa física é de 7,3% ao mês e no mercado convencional a taxa média é de 12,7 a.m..

Os juros do cheque especial também permaneceram mais atrativos em relação às demais instituições financeiras. No Sicoob a média da taxa ao mês foi de 5,3% e, em contrapartida, o Sistema Financeiro Nacional apresentou média de 11,1%. Já o valor da taxa anual ficou em 85,2%  nas cooperativas e no SFN 253,4%.

A diferença entre as taxas é sentida diretamente no bolso do consumidor. Veja a economia feita por pessoa física que utiliza mensalmente uma média de R$5.000,00 no cheque especial.

Simulação de Juros de Cheque especial: R$ 5.000 por 12 meses

Instituição Taxa média de juros a.m Taxa média de juros a.a Valor futuro
Sicoob 5,3% 85,2% R$ 9.260,31
SFN 11,1% 253,4% R$ 17.663,21
Diferença 5,8 p.p² 168,2 p.p² R$ 8.402,90

Fonte: BACEN e SICOOB.

Nota: (1) Sistema Financeiro Nacional. (2) Ponto Percentual.

Elaboração: Área de Planejamento.

Taxa de inadimplência nas cooperativas financeiras

A taxa média de inadimplência nas cooperativas do Sicoob se mostrou inferior quando comparada ao Sistema Financeiro Nacional (SFN) no mês de setembro. Enquanto a inadimplência no Sicoob permaneceu a uma taxa média de 2,2%, no SFN a taxa ficou em 3,1%.

A taxa de inadimplência de pessoa jurídica nas cooperativas do Sicoob com as empresas somou 3,3% em setembro para pessoa física registrou 1,6%. No SFN, as taxas ficaram em 2,4% e 3,9%, respectivamente.

A mulher do agronegócio brasileiro fala à Revista Sicoob

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, concedeu entrevista a Revista Sicoob e disse que o fomento ao cooperativismo está na agenda do governo federal. A confirmação foi feita durante entrevista a 22ª edição da publicação. De acordo com a ministra, o cooperativismo, sobretudo o Ramo Crédito, contribui para a inclusão financeira de cidadãos e de micro e pequenos empreendedores em todo o país, especialmente em 560 cidades onde não há nenhum outro banco comercial ou público.

Kátia Abreu disse, ainda, que o Ministério tem estudado as demandas do setor a fim de gerar políticas públicas, sempre com foco de fazer com que os produtores melhorem sua expectativa de vida e de renda.

Leia aqui a entrevista veiculada na Revista Sicoob.

Peça no Portal de Compras do Sicoob os exemplares para que sua cooperativa distribua entre os seus associados formadores de opinião, associações, sindicatos, governo e imprensa do seu estado ou município.

Fonte: Com informações da OCB e Revista Sicoob.

Por que se tornar um cooperado?

Relacionamento e juros atrativos são diferenciais que têm levado PF e PJ a migrarem para cooperativas financeiras

Há pessoas que nunca ouviram falar em cooperativismo financeiro, mas cerca de 8 milhões de brasileiros sabem muito bem das vantagens e dos benefícios de se associar a uma cooperativa do ramo e de usufruir de seus produtos e serviços.

O técnico industrial e empresário Adalto Prozin é uma dessas pessoas. Ele tornou-se cooperado, em março de 2013, e conta que a experiência vem sendo tão positiva que já transferiu todos os investimentos pessoais e de sua empresa, aplicados em bancos comerciais, para o Sicoob. “Acho que demorei demais para me associar a uma cooperativa. A gente acaba protelando algumas coisas com a correria do dia a dia”, reconhece.

Insatisfeito com o atendimento em um grande banco, a gota d’água aconteceu quando ele precisou do cartão de débito e foi surpreendido com o bloqueio do mesmo. “Eu estava no Rio de Janeiro e sem condições de usá-lo, pois faltava uma assinatura na renovação do cadastro. Naquele mesmo dia, decidi encerrar a minha conta e fui ser correntista e dono de cooperativa financeira”, recorda. Prozin e o sócio, o eletrotécnico Cleiton Gutbier, que também é cooperado, destacam o bom e ágil atendimento realizado pelos empregados da cooperativa como um dos principais diferenciais da instituição.

 

 

Crescimento

A cada ano, um número maior de pessoas vem descobrindo o cooperativismo. Embora ofereça os mesmos produtos e serviços de um banco comercial, uma cooperativa financeira é uma sociedade de pessoas, e não de capital, por isso não visa ao lucro. Consequentemente, os associados têm acesso a tarifas e taxas de juros diferenciados nas operações financeiras, além de participarem das decisões e dos resultados econômicos da instituição, ao final de cada exercício.

 

As instituições financeiras cooperativas já formam a terceira maior rede de atendimento de serviços bancários do país, somando mais de 5 mil pontos de atendimento em mais de 30% dos municípios brasileiros. As cooperativas também cumprem um importante papel social, uma vez que apoiam ações da comunidade e fazem retenção e aplicação dos recursos de poupança no próprio município, gerando emprego e renda e contribuindo para o desenvolvimento local.

Todas as pessoas físicas (PF) e jurídicas (PJ) que se associam a uma cooperativa tornam-se proprietárias. A porta de entrada é a cota-capital, recurso integralizado pelo sócio ao aderir ao quadro social da cooperativa, cujo valor mínimo é determinado pelo estatuto social de cada instituição.

 

Capital Social

A soma das cotas dos cooperados constitui o capital social da cooperativa. Quanto mais capitalizada, maior o volume de recursos disponíveis para investimentos, operações de crédito e financiamento da instituição. Em caso de desligamento do associado da cooperativa, as cotas serão devolvidas de acordo com o estabelecido no estatuto social. Em algumas cooperativas, o resgate parcial das cotas pode ser feito quando o cooperado completar 65 anos de idade e atingir um período de 15 anos como sócio.

Cada cooperativa, no entanto, tem as suas próprias regras, fixadas em estatuto, tanto no que diz respeito à integralização quanto à retirada de quotas-partes.

 

Participação nas decisões

Diferentemente dos bancos comerciais, nas cooperativas financeiras, todas as pessoas têm direitos iguais, independentemente do capital aplicado na instituição. “Se o associado possuir 5 mil cotas ou 50 mil, o peso da participação dele nas decisões da cooperativa é o mesmo, ou seja, cada um tem direito a um voto”, ressalta o especialista em cooperativismo financeiro e consultor do Sebrae Nacional Luiz Humberto de Castro.

Reunidos em Assembleia Geral, órgão máximo de decisão, o voto define os objetivos e o funcionamento dos negócios da instituição. O ritual para a convocação de assembleias gerais (ordinárias e extraordinárias) segue o previsto no estatuto social.

“A possibilidade de o associado participar da distribuição dos resultados é o ponto culminante. Em um banco, o objetivo final é o lucro. Já a cooperativa é uma instituição sem fins lucrativos. E o destino das sobras (equivalente ao 'lucro') é decidido em assembleia”, observa Luiz Humberto, que também é instrutor na área de cooperativismo. 

O rateio das sobras é proporcional à movimentação financeira de cada cooperado. Afinal, quem contribuiu mais merece receber proporcionalmente. As sobras podem ser destinadas a novas quotas-partes, ir para a conta-corrente do associado ou serem destinadas a projetos sociais voltados a comunidade local.

 

Taxas atrativas

Um dos motivos que mais atraem as pessoas é o acesso fácil e rápido a linhas de crédito com juros melhores do que os praticados no mercado. Cooperada há 25 anos, a autônoma Josefina Maria Aguilar da Silva, conhecida como “Nena”, é uma entusiasta do cooperativismo financeiro. A principal instituição financeira dela é o Sicoob. “Em todas as cidades aonde vou, há cooperativas do Sicoob para me atender, como em Praia Grande, Rondônia, interiores de São Paulo e do Mato Grosso”, comenta.

Proprietária de uma empresa de locação de produtos para festas, Nena é associada ao Sicoob desde 1990, quando ainda era funcionária de um bufê. “Na época, meus patrões sugeriram que eu me associasse a uma cooperativa. Encerrei minhas contas em três bancos, mas nunca deixo a cooperativa, aonde vou todos os dias. Quando, por algum motivo, não posso ir, sinto falta. É um lugar onde recebo mais atenção e o gerente atende às minhas necessidades. Nos bancos convencionais, há muita troca de gerentes, e o relacionamento fica comprometido. Na cooperativa, se eu preciso de um empréstimo, rapidamente cai na minha conta. A troca de cheque é facilitada e, além disso, a taxa de juros é mais atraente”, enumera Nena.

As cooperativas do Sicoob oferecem amplo portfólio de produtos e serviços, com juros mais acessíveis, como conta-corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento (as maquininhas de cartões), tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas, entre outras soluções financeiras.

 

 

Associe-se já ao Sicoob: www.sicoob.com.br/associe-se 

Programa do IR2015 está disponível a partir de hoje

Os programas para preenchimento e transmissão da declaração de Imposto de Renda 2015 estão disponíveis a partir desta segunda-feira (2/3), dia em que começa o prazo para a entrega da declaração. A transmissão dos dados poderá ser feita até o dia 30 de abril.

Este ano há algumas novidades. A declaração poderá ser salva on-line, em nuvem para facilitar o acesso aos dados. Assim, o cidadão pode iniciar sua declaração em um computador e finalizá-la em outro equipamento.

A Receita informou que enviada à declaração, não é possível mais acessá-la por esse sistema. E esclareceu que não monitora os dados gravados em nuvem.

Outra inovação para 2015 são os alertas por meio de celular com relação à movimentação da declaração. Para isso, o contribuinte deverá cadastrar o celular no sistema de alerta que estará em funcionamento a partir do final de maio.

A Receita espera receber mais de 27,5 milhões de declarações este ano, pouco mais que as 26,8 milhões recebidas em 2014. A entidade garante que não haverá congestionamento do sistema.

A entrega da declaração do Imposto de Renda 2015 pode ser feita de várias formas:

- Pela internet, com o programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet);

- On-line por meio do Portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), apenas para quem possui certificação digital; ou

- Pelo serviço "Fazer Declaração" - para tablet e smartphone, como já aconteceu no ano passado.

A declaração é obrigatória para quem recebeu, em 2014, rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 ou rendimentos isentos – não tributáveis, ou tributados somente na fonte – cuja soma seja superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência de imposto, ou fez operações em bolsas de valores, de mercadorias e futuros; e quem teve ganhos ou tem bens ou propriedade rurais de acordo com os valores estabelecidos pela Receita.

Se o contribuinte entregar depois do prazo ou se não declarar, caso seja obrigado, poderá ter de pagar multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido nela calculado, ainda que integralmente pago, ou uma multa mínima de R$ 165,74.

Jornal da Globo exibe matéria sobre instituições financeiras cooperativas

O Jornal da Globo exibiu ontem, 03/11, matéria sobre as vantagens oferecidas pelas cooperativas. O assunto também foi abordado pela comentarista de economia, Mara Luquet que destacou o crescimento do setor, aspectos sobre a governança e transparência, produtos e serviços oferecidos e principais características das cooperativas como a participação nas decisões, distribuição de sobras, juros reduzidos, entre outros.

Confira a matéria na íntegra (http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/11/conheca-melhor-cooperativas-de-credito-para-reduzir-custos-financeiros.html).

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