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Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito

Conhecido mundialmente, o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito (DICC) é celebrado na 3ª quinta-feira do mês de outubro e neste ano será comemorado no dia 18.

Além de relembrar o passado relacionado ao tema, o DICC comemora o sucesso que o cooperativismo de crédito se tornou e a data marca a previsão de futuras vitórias para as cooperativas e mais ainda para os cooperados.

Conheça um pouco mais sobre a história do Cooperativismo de Crédito.

O Primeiro Dia do Cooperativismo de Crédito

Em 17 de janeiro de 1927, a Federação de Cooperativas de Crédito de Massachusetts nos Estados Unidos celebrou o primeiro feriado oficial para membros e trabalhadores das cooperativas de crédito. Foi escolhido o dia 17 de janeiro como uma alusão ao aniversário de Benjamin Franklin (1706-1790), conhecido como o “Apóstolo da Economia”.

Dois americanos pioneiros do movimento cooperativista de crédito acreditavam que Franklin simbolizava “a vida e os ensinamentos incorporados no espírito e finalidade das cooperativas de crédito”. Porém, naquele tempo, havia tanta atividade no desenvolvimento de novas cooperativas na América do Norte, que as pessoas estavam, ou demasiadamente ocupadas para celebrar o movimento, ou eram muito novas para reconhecer o significado de suas ações. Assim, após um breve período de teste, acabou o costume de celebrar o Dia do Cooperativismo de Crédito.

A Segunda Oportunidade

Em 1948, a Associação Nacional de Cooperativas de Crédito (CUNA) dos Estados Unidos decidiu tentar estabelecer uma nova data para celebrar o Dia do Cooperativismo de Crédito. A CUNA e a Sociedade de Seguro CUNA Mutual decidiram pela terceira quinta feira de outubro como dia nacional para celebrar o movimento. Nessa época, a maioria dos líderes cooperativistas acreditavam que havia a necessidade de uma data que reunisse as pessoas, para que refletissem sobre sua história cooperativista, os ganhos de suas cooperativas e para promover os ideais da cooperativa de crédito por todo o país.

Cooperativas de Crédito, as Federações dos EUA e muitas das Assembleias informais de cada estado foram estimuladas a celebrar a nova data de alguma maneira. O feriado era aproveitado como oportunidade para arrecadar fundos para as causas que patrocinavam o movimento e para homenagear os homens e as mulheres que haviam dedicado suas vidas ao desenvolvimento do cooperativismo de crédito.

Onde e como o Dia é Celebrado

Conforme crescia a quantidade de pessoas que se envolviam, criavam-se mais maneiras de comemorar a ocasião. Os membros do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito, agora celebram a data, abrindo as portas de suas instituições ao público e patrocinando piqueniques, feiras, festivais e desfiles. Com frequência, as Federações e Assembleias de Cooperativas realizam competições esportivas. Reuniões públicas com visitas de dignitários têm se mostrado eficazes para chamar a atenção dos meios de comunicação e do público. Ocasionalmente, estações de televisão e rádio apresentam entrevistas ou produzem programas especiais sobre as cooperativas de crédito. Artigos especiais ou anúncios aparecem em periódicos e revistas. Há concursos reservados a crianças, festas para jovens e outros concursos para eleger o melhor pôster ou ensaio. Se rende homenagem aos dirigentes cooperativistas do passado, do presente e do futuro em banquetes e jantares dançantes. Além disso, importantes funcionários do governo fazem discursos.

Fonte: Confebrás

Ceco e Banco Central avançam na criação do Fundo Garantidor para cooperativas de crédito

Em reunião com o diretor de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central do Brasil, Sidnei Marques, e cerca de dez outros representantes da instituição, o Conselho Consultivo do Ramo Crédito (Ceco), coordenado por José Salvino de Menezes, presidente do Sicoob, evoluiu nos entendimentos e detalhes, na tarde do dia 4/10, a respeito da minuta de Resolução para criação do Fundo Garantidor do cooperativismo de crédito brasileiro. “A criação do Fundo Garantidor de Créditos aumentará e consolidará a confiabilidade do público em geral no segmento cooperativo”, declarou o diretor do BC.

Representando a Diretoria do Sistema OCB na reunião, o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras no estado do Mato Grosso do Sul (OCB-MS), Celso Régis, avaliou como extremamente positiva para o Sistema a relevância dada pelo BC à criação do Fundo, levando em consideração o empenho que vem sendo dedicado ao tema e a presença maciça de seus representantes na reunião.  E pontuou, ainda: “Estamos vivendo um momento muito pró-ativo, de busca pela melhoria dos marcos regulatórios do setor. Esse Fundo Garantidor vem ao encontro de um anseio do cooperativismo de crédito brasileiro, e com certeza irá promover o seu crescimento e fortalecimento”. Segundo Régis, durante todo o encontro houve alinhamento entre as posições de ambas instituições.

De acordo com o Conselheiro Fiscal da OCB, João Carlos Spenthof, na ocasião representando o Sistema Sicredi no Ceco, o objetivo do Fundo é garantir segurança aos associados depositantes, das cooperativas de crédito, assegurando os depósitos dos sócios. “É a obtenção de garantia e equidade em relação às demais instituições financeiras do mercado brasileiro, que operam com seu Fundo Garantidor de Créditos neste mesmo valor”, pontuou.

O gerente do Ramo Crédito da OCB, Sílvio Giusti, explica que as entidades participantes do Fundo serão as cooperativas de crédito que captam depósitos e os bancos cooperativos, e que a cobertura será similar à do FGC das demais instituições financeiras. Segundo Giusti, a proposta do Fundo é equilibrar as forças dentro do mercado financeiro, ampliando significativamente a capacidade de competição das cooperativas nesse novo cenário vivido no Brasil. “A ideia é que o Fundo potencialize as condições das cooperativas crescerem com, no mínimo, a mesma segurança das outras instituições. A expectativa é equilibrar essa condição de segurança e ampliar a competitividade das cooperativas frente às demais instituições financeiras brasileiras”, resumiu.

A estimativa é de que a Resolução que trata da criação do Fundo seja lançada ainda neste mês de outubro, possivelmente quando da realização do IV Fórum BC de Inclusão Financeira, previsto para os dias 29 a 31 de outubro. Posteriormente, os representantes do Ceco e BC iniciam novas discussões sobre uma segunda Resolução que deverá normatizar o Fundo, no que diz respeito ao estatuto e regulamento, pontuando questões relativas a governança, contribuições e utilização efetiva dos recursos.

Fonte: Portal do Cooperativismo de Crédito

Cooperativas de Crédito avançam na participação de mercado

Dados do Banco Central do Brasil, de junho/2012, demonstram que as cooperativas de crédito avançaram de 2,25% para 2,37% em termos de participação no volume de ativos administrados pelo Sistema Financeiro Nacional (SFN), quando comparado com a posição de dez/2011.

O volume de ativos administrados pelas cooperativas de crédito e também pelos bancos cooperativos (Banco Sicredi S.A. e Bancoob S.A.), em junho era de R$ 131 milhões, 13,7% superior ao volume de dez/2011. Neste mesmo período o volume de ativos do SFN cresceu apenas 7,74%, atingindo R$ 5,5 trilhões.

Quando analisado apenas o volume de ativos das cooperativas de crédito, sem considerar os bancos cooperativos, o volume de ativos cresceu 14%, atingindo R$ 98,4 milhões.

Somadas, as 1.268 cooperativas de crédito, ocupam a 7ª posição entre as instituições financeiras de varejo (com rede de atendimento) no volume de ativos, a 7ª posição no volume de depósitos, a 6ª em volume de crédito concedido e a 6ª em patrimônio líquido.

No período de dez/2011 a jun/2012 o volume de depósitos do SFN cresceu apenas 2,33%, atingindo R$ 1,7 trilhão, sendo que no mesmo período as cooperativas de crédito cresceram seu volume de depósitos em 9,74%. O market share atual das cooperativas nos depósitos totais é de 3,35%, sendo que nos depósitos a vista a participação é de 4,82% e nos depósitos a prazo de 4,75%. Já nas captações em caderneta de poupança o market share é de apenas 0,05%.

Já na carteira de crédito, enquanto as cooperativas cresceram apenas 1,39%, o Sistema Financeiro cresceu 7,55%, sendo que o market share atual das cooperativas de crédito é de 2,59%.

(Fonte: http://www.cooperativismodecredito.com.br/)

BC promove seminário internacional sobre cooperativismo de crédito

O Banco Central do Brasil (BC) promoveu nos dias 17 e 18 de setembro, o “Seminário Internacional de Supervisão e Regulação Prudencial: alternativas para as cooperativas de crédito”. Com apoio da Associação dos Supervisores Bancários das Américas (Asba) e da Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV), o evento teve como público-alvo profissionais de Bancos Centrais e órgãos supervisores de cooperativas de crédito em diversos países, com o objetivo de apresentar experiências internacionais e debater os desafios para o segmento e insere-se na agenda global de discussões do Ano Internacional das Cooperativas, proclamado pela ONU.

O gerente do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Sílvio Giusti, participou do encontro a convite da coordenação, representando o Sistema OCB. De acordo com o gestor, as experiências apresentadas fazem referência à força e atuação do cooperativismo ao redor do mundo, como agente importante de transformação no mercado mundial. “Foram apresentados cases de países como Espanha, Alemanha, Canadá, EUA e Índia, entre outros, demonstrando as fórmulas utilizadas por cada um para superar, por exemplo, a crise internacional que assolou o mercado em 2008”, pontuou.

Alguns dos temas debatidos no Seminário foram: requerimento de capital, regulação prudencial e supervisão, Basileia III, impactos de crises no mercado financeiro e mecanismos de segurança e proteção. Segundo Giusti, existe uma clara convergência entre as experiências estrangeiras e a realidade brasileira. “Em resumo, estamos todos caminhando na busca pela melhoria da eficiência das cooperativas. Nesse processo, um dos mecanismos mais significativos é o fortalecimento das cooperativas por meio das fusões e incorporações e o intenso investimento que vem sendo feito em governança de qualidade”, relatou.

Outro ponto destacado no evento, diz respeito à constituição do Fundo Garantidor Único do Cooperativismo de Crédito. “Nos outros países, já é uma realidade, e estamos investindo de forma intensa para que o Brasil também venha a ter o seu”, complementou o gestor.

Fonte: OCB

Cooperativas de crédito apresentam crescimento acima do SFN

Números do primeiro semestre demonstram forte ritmo de desempenho das cooperativas.

As cooperativas de crédito brasileiras vêm apresentando uma performance de crescimento bastante significativa em relação ao Sistema Financeiro Nacional (SFN). Os números que refletem os resultados do primeiro semestre de 2012 mostram que o setor teve uma evolução acima da média do mercado nos principais indicadores (ativos, patrimônio, depósitos e crédito), apresentando percentuais de crescimento superiores ao mesmo período do ano anterior.

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, os dados representam a ampliação do conhecimento pela sociedade e, consequentemente, o aumento da credibilidade no trabalho desempenhado pelo segmento.

“Apesar das fortes mudanças ocorridas no mercado financeiro nacional, as cooperativas de crédito conseguiram imprimir um ritmo de crescimento muito positivo, superando os percentuais do ano passado. Além disso, têm se mostrado uma solução eficaz em meio a cenários de crise, fazendo dos momentos difíceis novas oportunidades de negócio”, enfatizou o dirigente.

Avaliando os indicadores, é possível visualizar o avanço conquistado pelas cooperativas. O principal destaque ficou com a captação de depósitos, conforme analisa o gerente do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Sílvio Giusti.

“Mais uma vez, o cooperativismo de crédito teve um desempenho excepcional comparado à média do mercado, obtendo um aumento de 21,22% no primeiro semestre, saindo de R$ 38 bilhões em dezembro de 2011 e alcançando a marca de R$ 46 bilhões em junho de 2012. Trata-se de um crescimento de  5% no comparativo aos seis primeiros meses do último ano e praticamente dez vezes maior do que o percentual apresentado pelo SFN neste semestre, que foi de 2,33%”, destaca Giusti.

O patrimônio das cooperativas cresceu 10,62% no primeiro semestre, chegando a R$ 17,6 bilhões. No quesito empréstimos, o aumento foi de 9,94%, totalizando R$ 41,6 bilhões e, em ativos, o setor passou de R$ 86 bilhões em dezembro de 2011 para R$ 98 bilhões em junho deste ano – aumento de 13,75%. Giusti considera que o resultado expressivo se deve ao fato das cooperativas de crédito, ao longo de sua trajetória de evolução, terem conquistado a possibilidade de oferecer aos cooperados uma remuneração aos depósitos bastante atrativa e segura, muitas vezes superior aos valores praticados por outras instituições financeiras.

“Além disso, cada vez mais a sociedade percebe o valor das cooperativas como instrumentos de desenvolvimento socioeconômico e agregador de renda, contribuindo para a reciclagem dos recursos locais e para a eficiência do mercado financeiro nacional”, complementa.

A expectativa do setor, segundo o gestor, é atingir uma série de outros números relevantes ao longo do ano. Com relação aos ativos, ele prevê o rompimento da linha dos R$ 100 bilhões, o que, em sua opinião, é um marco a ser celebrado.

Segundo Giusti, o trabalho de divulgação dos diferenciais competitivos do setor à sociedade também contribui para a evolução. Para ele, o momento vivido pelo país se apresenta como uma oportunidade.

“As cooperativas têm mostrado, cada vez mais, para o Brasil o seu potencial como alternativas fortes e inteligentes para soluções financeiras. A greve dos bancários é um desses momentos em que os olhos da sociedade tendem a se voltar para essas soluções, contribuindo também para o sucesso dos indicadores”, destaca.

Fonte: Tribuna Hoje
JoomShaper