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Cooperativas de Crédito avançam na participação de mercado

Dados do Banco Central do Brasil, de junho/2012, demonstram que as cooperativas de crédito avançaram de 2,25% para 2,37% em termos de participação no volume de ativos administrados pelo Sistema Financeiro Nacional (SFN), quando comparado com a posição de dez/2011.

O volume de ativos administrados pelas cooperativas de crédito e também pelos bancos cooperativos (Banco Sicredi S.A. e Bancoob S.A.), em junho era de R$ 131 milhões, 13,7% superior ao volume de dez/2011. Neste mesmo período o volume de ativos do SFN cresceu apenas 7,74%, atingindo R$ 5,5 trilhões.

Quando analisado apenas o volume de ativos das cooperativas de crédito, sem considerar os bancos cooperativos, o volume de ativos cresceu 14%, atingindo R$ 98,4 milhões.

Somadas, as 1.268 cooperativas de crédito, ocupam a 7ª posição entre as instituições financeiras de varejo (com rede de atendimento) no volume de ativos, a 7ª posição no volume de depósitos, a 6ª em volume de crédito concedido e a 6ª em patrimônio líquido.

No período de dez/2011 a jun/2012 o volume de depósitos do SFN cresceu apenas 2,33%, atingindo R$ 1,7 trilhão, sendo que no mesmo período as cooperativas de crédito cresceram seu volume de depósitos em 9,74%. O market share atual das cooperativas nos depósitos totais é de 3,35%, sendo que nos depósitos a vista a participação é de 4,82% e nos depósitos a prazo de 4,75%. Já nas captações em caderneta de poupança o market share é de apenas 0,05%.

Já na carteira de crédito, enquanto as cooperativas cresceram apenas 1,39%, o Sistema Financeiro cresceu 7,55%, sendo que o market share atual das cooperativas de crédito é de 2,59%.

(Fonte: http://www.cooperativismodecredito.com.br/)

BC promove seminário internacional sobre cooperativismo de crédito

O Banco Central do Brasil (BC) promoveu nos dias 17 e 18 de setembro, o “Seminário Internacional de Supervisão e Regulação Prudencial: alternativas para as cooperativas de crédito”. Com apoio da Associação dos Supervisores Bancários das Américas (Asba) e da Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV), o evento teve como público-alvo profissionais de Bancos Centrais e órgãos supervisores de cooperativas de crédito em diversos países, com o objetivo de apresentar experiências internacionais e debater os desafios para o segmento e insere-se na agenda global de discussões do Ano Internacional das Cooperativas, proclamado pela ONU.

O gerente do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Sílvio Giusti, participou do encontro a convite da coordenação, representando o Sistema OCB. De acordo com o gestor, as experiências apresentadas fazem referência à força e atuação do cooperativismo ao redor do mundo, como agente importante de transformação no mercado mundial. “Foram apresentados cases de países como Espanha, Alemanha, Canadá, EUA e Índia, entre outros, demonstrando as fórmulas utilizadas por cada um para superar, por exemplo, a crise internacional que assolou o mercado em 2008”, pontuou.

Alguns dos temas debatidos no Seminário foram: requerimento de capital, regulação prudencial e supervisão, Basileia III, impactos de crises no mercado financeiro e mecanismos de segurança e proteção. Segundo Giusti, existe uma clara convergência entre as experiências estrangeiras e a realidade brasileira. “Em resumo, estamos todos caminhando na busca pela melhoria da eficiência das cooperativas. Nesse processo, um dos mecanismos mais significativos é o fortalecimento das cooperativas por meio das fusões e incorporações e o intenso investimento que vem sendo feito em governança de qualidade”, relatou.

Outro ponto destacado no evento, diz respeito à constituição do Fundo Garantidor Único do Cooperativismo de Crédito. “Nos outros países, já é uma realidade, e estamos investindo de forma intensa para que o Brasil também venha a ter o seu”, complementou o gestor.

Fonte: OCB

Cooperativas de crédito apresentam crescimento acima do SFN

Números do primeiro semestre demonstram forte ritmo de desempenho das cooperativas.

As cooperativas de crédito brasileiras vêm apresentando uma performance de crescimento bastante significativa em relação ao Sistema Financeiro Nacional (SFN). Os números que refletem os resultados do primeiro semestre de 2012 mostram que o setor teve uma evolução acima da média do mercado nos principais indicadores (ativos, patrimônio, depósitos e crédito), apresentando percentuais de crescimento superiores ao mesmo período do ano anterior.

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, os dados representam a ampliação do conhecimento pela sociedade e, consequentemente, o aumento da credibilidade no trabalho desempenhado pelo segmento.

“Apesar das fortes mudanças ocorridas no mercado financeiro nacional, as cooperativas de crédito conseguiram imprimir um ritmo de crescimento muito positivo, superando os percentuais do ano passado. Além disso, têm se mostrado uma solução eficaz em meio a cenários de crise, fazendo dos momentos difíceis novas oportunidades de negócio”, enfatizou o dirigente.

Avaliando os indicadores, é possível visualizar o avanço conquistado pelas cooperativas. O principal destaque ficou com a captação de depósitos, conforme analisa o gerente do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Sílvio Giusti.

“Mais uma vez, o cooperativismo de crédito teve um desempenho excepcional comparado à média do mercado, obtendo um aumento de 21,22% no primeiro semestre, saindo de R$ 38 bilhões em dezembro de 2011 e alcançando a marca de R$ 46 bilhões em junho de 2012. Trata-se de um crescimento de  5% no comparativo aos seis primeiros meses do último ano e praticamente dez vezes maior do que o percentual apresentado pelo SFN neste semestre, que foi de 2,33%”, destaca Giusti.

O patrimônio das cooperativas cresceu 10,62% no primeiro semestre, chegando a R$ 17,6 bilhões. No quesito empréstimos, o aumento foi de 9,94%, totalizando R$ 41,6 bilhões e, em ativos, o setor passou de R$ 86 bilhões em dezembro de 2011 para R$ 98 bilhões em junho deste ano – aumento de 13,75%. Giusti considera que o resultado expressivo se deve ao fato das cooperativas de crédito, ao longo de sua trajetória de evolução, terem conquistado a possibilidade de oferecer aos cooperados uma remuneração aos depósitos bastante atrativa e segura, muitas vezes superior aos valores praticados por outras instituições financeiras.

“Além disso, cada vez mais a sociedade percebe o valor das cooperativas como instrumentos de desenvolvimento socioeconômico e agregador de renda, contribuindo para a reciclagem dos recursos locais e para a eficiência do mercado financeiro nacional”, complementa.

A expectativa do setor, segundo o gestor, é atingir uma série de outros números relevantes ao longo do ano. Com relação aos ativos, ele prevê o rompimento da linha dos R$ 100 bilhões, o que, em sua opinião, é um marco a ser celebrado.

Segundo Giusti, o trabalho de divulgação dos diferenciais competitivos do setor à sociedade também contribui para a evolução. Para ele, o momento vivido pelo país se apresenta como uma oportunidade.

“As cooperativas têm mostrado, cada vez mais, para o Brasil o seu potencial como alternativas fortes e inteligentes para soluções financeiras. A greve dos bancários é um desses momentos em que os olhos da sociedade tendem a se voltar para essas soluções, contribuindo também para o sucesso dos indicadores”, destaca.

Fonte: Tribuna Hoje

A influência do cooperativismo para o desenvolvimento da sociedade

(José Salvino de Menezes)

O cooperativismo é um movimento que se fortalece no mundo todo por promover o desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo, gerando o bem-estar social dos indivíduos e comunidades onde está presente. A importância da cooperação vem desde os primórdios da história da humanidade, quando os homens precisavam se unir para enfrentar as adversidades naturais, as condições climáticas e lutar por sua sobrevivência e de suas comunidades. Dessa forma, a cooperação se evidencia como mola propulsora da evolução do mundo e das pessoas.

A história do cooperativismo começou durante a Revolução Industrial inglesa, emergindo como alternativa para os trabalhadores que viviam do seu artesanato e foram prejudicados com a expansão das grandes fábricas. Em pouco tempo, os valores do cooperativismo foram difundidos em todo o mundo e diversas pessoas foram aderindo ao movimento. A primeira cooperativa surgiu em 1844, no bairro de Rochdale, a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochadale, em Manchester (Inglaterra), com a união de 28 operários, em sua maioria tecelões. A cooperativa de Rochdale visava facilitar a produção, aquisição e distribuição de gêneros essenciais, proporcionando a melhoria de vida de seus integrantes.

As normas estabelecidas pelos pioneiros de Rochdale para a organização do grupo foram analisadas e debatidas mais tarde em dois congressos internacionais promovidos pela Associação Cooperativa Internacional, nos anos de 1937 e 1966. Em 1995, em uma conferência da mesma associação, os princípios cooperativistas foram adotados universalmente, mantendo os valores democráticos e igualitários defendidos pelos pioneiros de Rochdale. Atualmente, os princípios adotados pelo cooperativismo são o de adesão voluntária e livre; gestão democrática; participação econômica dos membros; autonomia e independência; educação, formação e informação; intercooperação e interesse pela comunidade.

No Brasil, a primeira cooperativa nos moldes de Rochdale foi criada em 1847, sob a liderança do Médico francês Jean Maurice Faivre que, à frente de um grupo de colonos europeus, constituiu a Fundação da Colônia Tereza Cristina, no Estado do Paraná, organização que serviu de referência para a criação de novas ações coletivas.

Desde a criação da primeira instituição cooperativista no País, o setor se desenvolveu e consolidou-se como uma alternativa igualitária e democrática. Atualmente, de acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras, existem mais de 6.500 cooperativas em todo o Brasil, com 10 milhões de associados, abrangendo os 13 ramos do cooperativismo: agropecuário; crédito; consumo; educacional; especial; habitacional; infraestrutura; mineral; produção; saúde; trabalho; transporte; e turismo e lazer.

Nos últimos anos, com a crise mundial e o temor das pessoas com a oscilação do mercado financeiro, um dos ramos do cooperativismo se destaca pelo desenvolvimento contínuo: o crédito. O setor cooperativista de crédito tem desempenhado papel fundamental pela inclusão financeira de milhares de pessoas em todo o País, contribuindo para o fortalecimento da economia brasileira. Desde a criação da primeira cooperativa de crédito no Brasil, em 1902, na cidade de Nova Petrópolis, no Estado do Rio Grande do Sul, o setor se desenvolveu e fortaleceu ao longo dos anos. De acordo com dados da OCB, os ativos das 1.047 sociedades de crédito evoluíram para R$ 86,5 bilhões em 2011, frente a R$ 68,7 bilhões em 2010. Atualmente, existem 1.312 cooperativas de crédito em todo o Brasil, as quais ocupam a nona posição entre as instituições financeiras de varejo no Brasil, em ativos administrados, com R$ 92 bilhões. O patrimônio líquido destas instituições cooperativistas de crédito soma R$ 15,9 bilhões, com o maior crescimento no número de associados de todos os anos, registrando 5,8 milhões de pessoas cooperadas.

Atualmente, o cooperativismo está em evidência não só no ramo econômico, mas em todos os campos. Dada a sua importância para o desenvolvimento global e o combate à exclusão social, a Organização das Nações Unidas proclamou 2012 o Ano Internacional das Cooperativas, lançando o slogan “Cooperativas constroem um mundo melhor”, um reconhecimento ao papel fundamental dessas entidades. O objetivo é conscientizar as pessoas sobre a importância das cooperativas para a geração de empregos e para a consequente melhoria qualitativa de vida dos povos.

O cenário cooperativista do mundo está mudando. Ninguém mais duvida do potencial e do alcance do setor. Antes tidas como instituições pequenas e simples, hoje as cooperativas se modernizaram e figuram como instituições fortes que geram renda e impulsionam o desenvolvimento do planeta. O setor cooperativo já está presente nos cinco continentes, reúne 1 bilhão de pessoas em mais de 100 países e gera mais de 100 milhões de empregos.

No campo legislativo, o setor teve importantes conquistas nos últimos anos, mas ainda há muito que se fazer. Um importante passo para o desenvolvimento do setor foi a promulgação, em 2009, da Lei Complementar nº 130, que possibilitou a autonomia regulatória do cooperativismo de crédito. Antes disso, as cooperativas eram regidas apenas pela Lei das Cooperativas (nº 5.764/71), quedefine a política nacional de cooperativismo e institui o regime jurídico das cooperativas em geral. O Código Civil de 2002, embora pouco tenha contribuído para o aprimoramento da legislação cooperativista, também reservou um Capítulo (arts. 1.093 a 1.096) para o setor. Atualmente, tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei do Senado nº 3, de 2007, que, em substituição à Lei nº 5.764/71, visa compatibilizar as regras do cooperativismo, como um todo, aos novos tempos.

Para auxiliar na defesa e na construção dos avanços do setor, o movimento conta com o apoio da Frente Parlamentar do Cooperativismo no Congresso Nacional (Frencoop), composta por senadores e deputados federais simpatizantes da causa cooperativa. Entre os principais pontos da pauta legislativa constam: a edição da lei que permite às cooperativas o acesso direto aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador; a edição de lei complementar que autoriza o recebimento de depósitos de entes públicos, especialmente de pequenos Municípios; a equiparação dos fundos garantidores de depósitos das cooperativas aos dos bancos, especialmente no campo tributário; e a edição de lei complementar para regulamentar o art. 146, inciso III, alínea c, da Constituição, que dispõe sobre o tratamento tributário do ato cooperativo.

O modelo cooperativista possui uma filosofia capaz de unir crescimento econômico e bem-estar social. O mundo está cada vez mais cooperativo, pois as pessoas estão percebendo o poder da cooperação para o desenvolvimento das sociedades e dos indivíduos. Iniciativas como a da ONU, com a promulgação do Ano Internacional das Cooperativas, são muito importantes para quem tem no cooperativismo um modelo de gestão que valoriza o capital humano, em detrimento do lucro. Muitas conquistas foram alcançadas ao longo dos anos, mas ainda há muito que ser feito para disseminar a cultura cooperativista e seus benefícios. Os desafios só serão superados por meio da cooperação, pois unidos os cooperativistas têm mais força e visibilidade, o que possibilitará, em um futuro próximo, a consolidação e a expansão do setor em todos os lugares do mundo.

JOSÉ SALVINO DE MENEZES é Presidente do Sicoob Confederação.

“O modelo cooperativista possui uma filosofia capaz de unir crescimento econômico e bem-estar social. O mundo está cada vez mais cooperativo, pois as pessoas estão percebendo o poder da cooperação para o desenvolvimento das sociedades e dos indivíduos.”

“Atualmente, tramita no Congresso Nacional o PLS nº 3/07, que, em substituição à Lei nº 5.764/71, visa compatibilizar as regras do cooperativismo, como um todo, aos novos tempos.”

Participe do Prêmio Cooperativa do Ano 2012

Dando continuidade às comemorações alusivas ao Ano Internacional das Cooperativas, 2012, o Sistema OCB lança a oitava edição do Prêmio Cooperativa do Ano. A premiação é uma iniciativa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) e revista Globo Rural, da Editora Globo.

O processo de inscrição para o Prêmio Cooperativa do Ano 2012 está muito mais simples e deverá ser feito eletronicamente entre 3 de setembro e 8 de outubro. Para participar, basta a cooperativa interessada preencher o Formulário Eletrônico de Inscrição composto pelas fichas: cadastral da cooperativa e de apresentação do projeto, para cada um dos trabalhos inscritos no site: www.cooperativadoano.coop.br.

A oitava edição da premiação terá como tema “Cooperativas constroem um mundo melhor”, em comemoração ao Ano Internacional das Cooperativas – 2012. A intenção é reconhecer projetos que tenham proporcionado benefícios aos cooperados e à comunidade. Todas as cooperativas regulares com o Sistema OCB, independente do ramo ou porte, podem inscrever um projeto por categoria: Desenvolvimento Sustentável; Cooperativa Cidadã; Comunicação e Difusão do Cooperativismo; Fidelização; Benefícios; Atendimento e Inovação e Tecnologia.

Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o prêmio deste ano foi pensado com o objetivo de ampliar a participação das cooperativas e garantir ainda mais profissionalismo no processo de avaliação. “Queremos mostrar as iniciativas de sucesso desenvolvidas pelos 13 ramos do setor, em todo território brasileiro”, explicou.

Depois de finalizada a inscrição, a cooperativa deverá imprimir uma cópia do arquivo, gerada pelo próprio sistema, assinar todas as páginas e enviar o documento para a sede do Sistema OCB, em Brasília (DF), até o dia 8 de outubro, data final para se inscrever. O Manual do Participante, que traz explicações sobre todas as etapas e informações para auxiliar o preenchimento das fichas e formulários, também está disponível no site da premiação. Na página ainda é possível conhecer a história do Prêmio Cooperativa do Ano, baixar as peças de divulgação e acessar a seção de Dúvidas Frequentes.

Manaus vai sediar o maior evento de Cooperativismo de Crédito do Brasil em 2014

Em 2014, a capital do Amazonas vai sediar adécima edição do Congresso Brasileiro de Cooperativismo de Crédito (Concred), promovido pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebrás), considerado o maior e mais importante evento do segmento.

A escolha por Manaus aconteceu no fim de agosto, quando o Governo do Amazonas, por meio da Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur), em parceria com o Amazonas Convention Bureau, participou do 9º Concred, realizado em Nova Petrópolis, município localizado na Serra Gaúcha, a 91 quilômetros de Porto Alegre (RS).

A participação foi estratégica, pois, o Amazonas concorreu à sede do 10º Concred 2014, disputando com Bahia, Mato Grosso e Brasília. “Conseguimos captar mais este evento para Manaus e isso mostra que começamos a entrar na rota dos grandes congressos e feiras”, disse a presidente da Amazonastur, Oreni Braga.

Conforme a titular da pasta de turismo, o 10º Concred deve trazer a Manaus mais de 1,5 mil pessoas. “O nosso Estado está colhendo frutos de um trabalho de promoção. Tenho certeza que, ao inaugurarmos o nosso Centro de Convenções, esses eventos serão mais frequentes”.

Fonte: Easycoop
JoomShaper