Os programas para preenchimento e transmissão da declaração de Imposto de Renda 2015 estão disponíveis a partir desta segunda-feira (2/3), dia em que começa o prazo para a entrega da declaração. A transmissão dos dados poderá ser feita até o dia 30 de abril.

Este ano há algumas novidades. A declaração poderá ser salva on-line, em nuvem para facilitar o acesso aos dados. Assim, o cidadão pode iniciar sua declaração em um computador e finalizá-la em outro equipamento.

A Receita informou que enviada à declaração, não é possível mais acessá-la por esse sistema. E esclareceu que não monitora os dados gravados em nuvem.

Outra inovação para 2015 são os alertas por meio de celular com relação à movimentação da declaração. Para isso, o contribuinte deverá cadastrar o celular no sistema de alerta que estará em funcionamento a partir do final de maio.

A Receita espera receber mais de 27,5 milhões de declarações este ano, pouco mais que as 26,8 milhões recebidas em 2014. A entidade garante que não haverá congestionamento do sistema.

A entrega da declaração do Imposto de Renda 2015 pode ser feita de várias formas:

- Pela internet, com o programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet);

- On-line por meio do Portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), apenas para quem possui certificação digital; ou

- Pelo serviço "Fazer Declaração" - para tablet e smartphone, como já aconteceu no ano passado.

A declaração é obrigatória para quem recebeu, em 2014, rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 ou rendimentos isentos – não tributáveis, ou tributados somente na fonte – cuja soma seja superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência de imposto, ou fez operações em bolsas de valores, de mercadorias e futuros; e quem teve ganhos ou tem bens ou propriedade rurais de acordo com os valores estabelecidos pela Receita.

Se o contribuinte entregar depois do prazo ou se não declarar, caso seja obrigado, poderá ter de pagar multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido nela calculado, ainda que integralmente pago, ou uma multa mínima de R$ 165,74.

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