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Febraban alerta sobre golpes eletrônicos de fim de ano

 Federação Brasileira de Bancos (Febraban) promoveu no dia 22/11 um encontro para tratar da importância da segurança eletrônica no período do Natal. De acordo com uma pesquisa feita pela instituição, o uso dos meios eletrônicos de pagamento cresce vertiginosamente. Em 2011 as operações em internet banking atingiram 24% do total das transações do setor bancário, que somaram 66 bilhões, um crescimento de 20% em relação ao ano anterior. Projeções da instituição apontam que, num prazo de 5 a 7 anos, o mobile banking terá a mesma relevância do internet banking.

Embora as instituições financeiras têm investido muito em tecnologia de segurança, e o ambiente virtual seja desenvolvido com rigorosos procedimentos e mecanismos de proteção, a entidade reconhece que a proteção contra golpes eletrônicos é um aspecto de difícil controle e alerta: a segurança da conta depende do usuário.

A instituição orienta o usuário a estar atento a pequenas mudanças na área de senha e digitação de dados pessoais no site onde acessa a conta corrente e precaução ao clicar em e-mails de origem duvidosa, são fundamentais para proteger-se contra golpes eletrônicos.

O diretor de Tecnologia da Informação do Sicoob Confederação, Ricardo Antonio Batista ressalta a importância do cuidado nas compras pela internet e lembra que é possível se prevenir. “O Sicoob disponibiliza a todos os seus associados uma cartilha que contém recomendações e dicas sobre como o usuário pode aumentar a sua segurança ao realizar uma compra pela internet. A regra é estar atento”, conclui.

Confira aqui a Cartilha de Segurança da Informação do Sicoob.

Sicoob não funciona neste feriado da Consciência Negra em algumas regiões do país

Atenção associado do Sicoob, a adesão ao feriado de hoje (20/11), Dia da Consciência Negra, é legal de cada estado ou município. Por esse motivo, em algumas regiões do país, as cooperativas e Postos de Atendimento do Sicoob não irão abrir.

Lembramos que os associados dessas regiões podem utilizar os canais alternativos de atendimento para realizar operações financeiras, como caixas eletrônicos, celular e internet, além dos correspondentes do Sicoob (farmácias, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados)

Confira aqui a lista divulgada pela Febraban das regiões onde não haverá atendimento bancário. Portanto, as cooperativas e Postos de Atendimento do Sicoob localizados em algumas dessas regiões não funcionarão hoje.

Fique por dentro do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito

Depositar sua vida financeira em uma cooperativa de crédito está cada vez mais vantajoso. Além de receber tratamento diferenciado – já que você é sócio da instituição e não apenas mais um cliente –, quem adere ao sistema tem a garantia de estar fazendo um investimento seguro. Principalmente agora, que o Banco Central (BC) lançou o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop).

O recém-lançado FGCoop foi inspirado em um modelo de sucesso praticado na Alemanha. O exemplo do país europeu foi apresentado durante o IV Fórum Banco Central de Inclusão Financeira, pelo chefe do Departamento de Relações Internacionais da Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV), Paul Armbruster.

Em funcionamento há mais de 75 anos, o fundo alemão adota um sistema de classificação por indicadores de patrimônio, resultados e risco. “O cálculo da contribuição é feito a partir desse ranking dividido em nove categorias. Na prática, temos um sistema de rateio e uma rede de garantia”, explicou Armbruster. Segundo ele, até hoje, apenas duas cooperativas precisaram dos recursos para reverter situações de crise.

O FGCoop garantirá os depósitos no valor de até R$ 70 mil por associado, mesmo valor de proteção oferecido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) dos bancos. “A intenção é prezar pela solvência das cooperativas, trazendo ainda mais segurança para os associados”, disse o coordenador do Conselho Consultivo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB) e presidente do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes.

Visão brasileira – o setor cooperativista ficou satisfeito com a decisão do BC e garante: já tem uma boa base para montar o fundo. “Estamos preparados para começar a operar com um fundo único. Os indicadores de depósitos, que serão a base do FGCoop, fecharam em R$ 38 bilhões só no primeiro semestre deste ano. Em ativos, registramos R$ 86 bilhões. Estamos bem em valores absolutos”, ressaltou Salvino.

Uma discussão sobre o processo de governança, a partir da definição do estatuto e do regimento, o valor mínimo de contribuição proporcional ao risco, assim como critérios de formação de reserva, também foram apontados por Salvino como determinantes. “O fundo vem ao encontro do que pensava o sistema. Ele surge para melhorar a nossa competitividade, diminuir custos e consolidar a nossa estrutura e imagem. Será, com certeza, um salto muito grande”, disse.

Fonte: Com informações da Organização das Cooperativas Brasileiras.

BC lança 'Calculadora do Cidadão' para celulares e tablets

Ontem (30/10), durante o IV Fórum Banco Central de Inclusão Financeira, em Porto Alegre, o Banco Central do Brasil apresentou o aplicativo para telefones celulares da  Calculadora do Cidadão.  A ferramenta, disponível no site da instituição desde 2006, pode ser baixada gratuitamente para iPhone e para aparelhos que usam tecnologia Android na "App Store" e no "Google Play".

Com o aplicativo é possível realizar quatro tipos de cálculos, para descobrir, por exemplo, quanto um investimento renderá no futuro ou quantas parcelas serão necessárias para se quitar uma dívida, descobrir qual será o valor gasto com juros no pagamento parcelado de um crédito ou ainda estimar a correção de um montante pela poupança com base em diversos indicadores econômicos.

Confira os quatro tipos de cálculos disponíveis no aplicativo:

1. Aplicação com depósitos regulares

Simula um investimento, ou aplicação financeira, conhecendo-se sua taxa de juros e estipulando-se o período pelo qual serão mantidos os depósitos regulares (mensais), bem como o valor a ser regularmente depositado. Ex.: que valor eu vou conseguir economizar se mensalmente depositar 100 reais, por 24 meses, em uma aplicação cuja taxa de juros é de 0,5% ao mês?

2. Financiamento com prestações fixas

Possibilita a simulação de financiamentos com prestações constantes. Em um empréstimo ou financiamento, são quatro as informações relevantes: o valor financiado (ou emprestado), a taxa de juros, o prazo e o valor da prestação. A Calculadora do Cidadão permite obter qualquer uma dessas quatro informações, desde que sejam informadas as outras três.

Dessa forma, além de saber qual o valor da prestação de um bem financiado, conhecido o seu preço, sua taxa de juros e o prazo do financiamento, pode-se, por exemplo, calcular o número de meses (prazo) necessário para o financiamento de um automóvel de 20 mil reais, com taxa de juros de 1,5%, de modo que a prestação seja de 1000 reais.

3. Valor futuro de um capital

Permite obter o valor a ser alcançado por um capital aplicado por um determinado período, a uma taxa de juros previamente conhecida. Ex.: qual o valor a ser obtido após 12 meses da aplicação de 1000 reais a uma taxa de juros de 1% ao mês?

4. Correção de valores

Compara valores monetários referidos em períodos diferentes, a partir da utilização de índices de preços ou de taxas de juros de referência, tais como a Selic, a TR e o CDI. Ex.: qual é o valor atualizado (pelo IPCA), em janeiro de 2012, de 1000 reais que eu recebi em 1995?  Se alguém houvesse depositado na poupança os 100 mil reais obtidos pela venda de um apartamento, que quantia teria em abril de 2010?

Para acessar a Calculadora do Cidadão no site do Banco Central, basta acessar www.bcb.gov.br, clicar no “Perfil Cidadão” e escolher a opção “Taxas de juros, cálculos, índices e cotações”.

Fórum do Banco Central discute Educação Financeira

A educação financeira e a proteção ao usuário de serviços financeiros foi tema de painel hoje durante o IV Fórum do Banco Central sobre Inclusão Financeira. Os palestrantes defenderam a educação financeira como mecanismo indutor do crescimento econômico e desenvolvimento social dos cidadãos e dos locais de atuação das instituições financeiras. “É preciso que as pessoas estejam interadas sobre a importância da educação financeira”, ressaltou o presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, Murilo Portugal.

Os painelistas destacaram o cenário de expansão na oferta de crédito no país realizada por meio de políticas de redistribuição de renda promovidas pelo governo e pela expansão da rede de atendimento de serviços financeiros. Foram expostos ainda projetos do governo em parceria com a associação que têm o objetivo de apoiar a estratégia nacional de educação financeira lançada pelo governo em 2010. “Programas pilotos estão sendo realizadas em escolas, a fim de proporcionar a base da educação financeira para crianças e jovens. Buscamos atingir também mulheres que participam do programa bolsa família, e aposentados”, completa Portugal.

Foram apresentados também os mecanismos de defesa do consumidor de serviços financeiros e os principais desafios do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) entre eles o combate às assimetrias de informações, prevenção de conflitos, monitoramento de risco de endividamento das famílias, inclusão financeira sustentável, novas tecnologias, entre outros.

No final do dia aconteceu o lançamento do aplicativo “Calculadora do Cidadão”, que permite a simulação de aplicações com depósitos regulares e de financiamentos com prestações fixas, a correção de valores com base em diversos indicadores econômicos e o cálculo de valores futuros de um capital. O aplicativo está disponível para aparelhos iOS e Android. O serviço também é disponibilizado desde 1999 no site do Banco Central do Brasil.

Para acessar a Calculadora do Cidadão no site do Banco Central, basta acessar www.bcb.gov.br, clicar no “Perfil Cidadão” e escolher a opção “Taxas de juros, cálculos, índices e cotações”.

Mobile payment é tema de discussão do Fórum do Banco Central

O Fórum do Banco Central apresentou esta tarde um painel sobre pagamentos móveis (Mobile payment) onde foi exposto um panorama dos serviços móveis no Brasil. Os painelistas destacaram a necessidade de criação de uma regulamentação dos serviços móveis, o que contribuiria no processo de inclusão financeira. Foi consenso a defesa de um marco legal para o serviço e a necessidade de padronização técnica. Foram apontados ainda dois cenários para o novo serviço - a inclusão bancária fomentada pelo governo e a criação do canal digital para melhoria de pagamentos. Os participantes defenderam ainda os benefícios da regulamentação para o sistema financeiro nacional por meio de princípios de uma proposta de modelo brasileiro de pagamentos móveis como a agilidade, segurança, inclusão e baixo custo.

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Mendes, disse que o marco regulatório sobre arranjo de pagamentos, incluindo pagamentos móveis, será uma legislação "genérica", um guarda-chuva que dará poderes a outros órgãos, que vão fazer o detalhamento. Mendes disse ainda que as "instituições de pagamento", como operadoras de celular, precisarão de licença do BC para fazer essas operações, assim como já ocorre com as instituições financeiras.

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