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Sicoob participa do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013

Hoje, às 10h, acontece o lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013, no Palácio do Planalto, com a presidente Dilma Rousseff. O Sicoob estará no evento representado pelo presidente da Confederação, José Salvino de Menezes.

A consulta completa ao conteúdo do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013 estará disponível no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a partir das 10h30 do dia 28/06/2012.

Febraban lança o site Cheque Legal

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lançou no dia 21 de junho, durante o Ciab Febraban 2012, que aconteceu em São Paulo (SP), um site gratuito de consulta de informações sobre a situação física de um cheque. Batizado de “Cheque Legal”.

O site é uma iniciativa da FEBRABAN, em parceria com a Câmera Interbancária de Pagamentos (CIP), e visa atender a resolução nº 3.972/2011, do Banco Central do Brasil, que determina maior facilidade e eficiência operacional na consulta a cheques por parte de clientes e empresas, favorecendo a queda de custos e riscos nas transações comerciais.

O serviço está disponível para qualquer cidadão ou empresa e pode ser acessado no endereçowww.chequelegal.com.br. Para realizar a consulta basta informar os dados como CPF ou CNPJ e código de barras do cheque para saber se o cheque encontra-se bloqueado, furtado, roubado, sustado ou revogado ainda que em caráter provisório, cancelado, extraviado, além de saber se é objeto de bloqueio judicial, de conta corrente encerrada ou com compensação encerrada.

Se o cheque for “legal”, aparecerá na tela uma seta verde indicando que não há ocorrência para este, caso contrário, aparecerá um X vermelho assinalando os problemas. A Febraban explicou em nota que o sistema contará com informações validadas pelo banco emissor, podendo sofrer alterações após a consulta. O Cheque Legal não verificará a existência de fundos na conta corrente de quem emite o cheque consultado.

Feltrim passa a integrar diretoria do Copom

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal (CAE), aprovou no dia 13 de junho, por unanimidade, o nome de Luiz Edson Feltrim para ocupar o cargo de diretor de Assuntos Especiais do Banco Central (BC).

O departamento de Assuntos Especiais, que dá ao seu diretor voto no Comitê de Política Monetária (Copom), é uma nova área destinada a fortalecer o relacionamento entro o BC e o cidadão.

Feltrim teve seu nome indicado para ocupar o cargo pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que encaminhou sua recomendação à Presidência da República no dia 31 de maio.

Funcionário de carreira da autarquia, com forte atuação no setor cooperativista, Feltrim comandou, por 12 anos, o Departamento de Organização do Sistema Financeiro (Deorf) até assumir a função de secretário executivo do BC em maio do ano passado.

BC quer normas para finança sustentável

O Banco Central (BC) está levando à audiência pública duas novas normas que visam incrementar a observância a critérios de sustentabilidade no segmento financeiro. O anúncio da liberação dos textos com as propostas para as regras foi feito no dia 13 de junho pelo presidente do BC, Alexandre Tombini, ao abrir o debate sobre sustentabilidade, em evento que fez parte da agenda preparatória para a conferência Rio+20.

Segundo Tombini, uma norma obrigará as instituições a mensurar o impacto ambiental de seus produtos e serviços financeiros. Outra determinará que as instituições financeiras publiquem anualmente um relatório das práticas adotadas, em conformidade com práticas internacionais. Os textos ficarão sujeitos a alterações e críticas de interessados por 90 dias.

"Queremos um modelo economicamente viável, ambientalmente sustentável e socialmente justo", disse Tombini. Ele enumerou avanços feitos voluntariamente pelos bancos, como a adesão ao Protocolo Verde e aos Princípios do Equador, mas disse acreditar que as novas exigências propostas pelo BC representam um "incentivo ao aumento da eficiência e ao ganho de produtividade" para o sistema financeiro brasileiro.

Em entrevista a um veículo interno do BC, Tombini frisou que o risco socioambiental não é um risco suplementar a ser mensurado, mas um risco observado de maneira transversal a outros já monitorados pela autoridade. Isso significa, segundo o presidente do BC, que não haverá requerimento de capital específico por conta desse risco.

Segundo o diretor de normas do BC, Luiz Pereira, as políticas de risco socioambiental adicionam uma nova dimensão aos riscos já monitorados: de crédito, operacional, de mercado, em relação à taxa de juros, de concentração, de liquidez, de estratégia e por reputação. "Risco socioambiental é a possibilidade de ocorrência de perdas em função de questões socioambientais", definiu Pereira.

Segundo o chefe do departamento de normas do BC, Sérgio Odilon, para a definição da política a ser adotada por cada instituição, será observado o princípio da proporcionalidade, ou seja, a compatibilidade com seu porte, a natureza dos seus negócios, a complexidade dos serviços e produtos oferecidos, além de atividades, processos e sistemas adotados. A política deve dispor, ainda, sobre a estrutura de governança para responsabilidade socioambiental, além do gerenciamento do risco.

"A instituição vai dizer que política se adequa mais à sua realidade", disse Odilon. Ao BC, segundo ele, caberá cobrar o cumprimento da política à qual cada instituição se enquadre. "Isto é um fator mitigador de risco", disse Odilon, que reafirmou o ganho em eficiência, apesar de reconhecer um "custo de observância" às novas regras.

O presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Murilo Portugal, disse que a entidade não participou do processo de elaboração da proposta do BC e que tomará conhecimento do conteúdo durante a audiência pública. Ele, porém, elogiou a iniciativa que, acredita, contribuirá para manter o sistema financeiro brasileiro em posição de destaque quanto ao tema sustentabilidade.


Fonte: Valor Econômico

Banco Central divulga pesquisa sobre a qualidade das cédulas em circulação no país

O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira, 23 de abril, uma pesquisa inédita que avaliou a qualidade e a durabilidade das cédulas em circulação no Brasil.

De acordo com a pesquisa, as cédulas de R$2, 5, 10 e 20 têm vida útil em média de 14 meses, ou seja, pouco mais de um ano. Já as cédulas de maior valor - R$50 e 100 – podem durar em média 37 meses, quase 3 anos.

O levantamento apontou ainda que 85% das cédulas de maior valor - R$10, 20, 50 e 100 - em circulação apresentam bom nível de conservação, o que contribui para a identificação dos elementos de segurança pela população, dificultando a atuação de falsários.

A pesquisa alerta ainda para o volume de notas descaracterizadas, ou seja, que apresentam riscos, furos, fitas adesivas, etc. Este desgaste precoce se deve geralmente ao descuido no manuseio das notas ou até mesmo dano intencional.

Foram constatadas também diferenças de qualidade nas notas em circulação entre as regiões do país. Tais diferenças regionais estão relacionadas a diversos fatores, como acesso a serviços bancários e até influência climática.

Curiosidade:

O bom estado do dinheiro em circulação contribui para a imagem do país. Atento a essa questão, o BC realiza, periodicamente, pesquisas sobre a relação do brasileiro com o dinheiro, nos quesitos conservação, hábito de uso de cédulas e moedas e identificação dos elementos de segurança. Entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, foram realizadas 2013 entrevistas dirigidas à população, ao comércio e aos prestadores de serviços em todo país, que resultaram nos dados apresentados e constituem importantes indicadores para o planejamento das políticas na área de meio circulante.

O governo mexeu nas regras do rendimento da poupança, mas o que muda na prática na vida do poupador brasileiro?

Entram em vigor nesta sexta-feira (4/5), as novas regras do rendimento da poupança anunciadas ontem pelo Governo Federal, que estabelecem uma remuneração atrelada à Selic para os novos depósitos em poupança sempre que a taxa básica de juros for igual ou inferior a 8,5% ao ano. As alterações são válidas para os depósitos que forem feitos a partir de hoje. Para o dinheiro que já está aplicado, não muda nada.

O objetivo é permitir a redução da taxa básica de juros da economia brasileira sem que os investidores fujam da renda fixa para a poupança, uma vez que o dinheiro investido em renda fixa é fundamental para o governo financiar suas dívidas. Os bancos também pegam parte desse dinheiro para emprestar aos clientes.

De acordo com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, com essa decisão do Governo, o Brasil dá um passo fundamental na direção de remover resquícios herdados do período de inflação alta. “Ao tempo em que preserva integralmente os depósitos já feitos, a medida adapta a caderneta de poupança ao novo cenário brasileiro e com isso consolida as bases para o crescimento econômico sustentável. A caderneta de poupança continuará sendo um patrimônio da nossa sociedade, reconhecidamente um produto financeiro tradicional, de fácil compreensão e amplamente utilizado por todos os brasileiros”, conclui.

Mas de que maneira isso vai mudar a vida do investidor? Veja, a seguir, algumas perguntas e respostas publicadas pelo portal G1:

Como é o rendimento da poupança hoje?
Hoje a poupança rende 6,17% ao ano mais a variação da TR. O investimento na caderneta não paga imposto de renda e pode ser sacado a qualquer momento.

E como vai ficar?
A poupança passa a render 70% da Selic mais a TR, sempre que essa taxa básica de juros estiver em 8,5% ao ano ou menos. A isenção do imposto de renda e a possibilidade de saque a qualquer momento continuam valendo.

O que são a TR e a Selic?
A TR é uma taxa calculada a partir da média de rendimento dos CDBs. Já a Selic é a chamada ‘taxa básica de juros da economia’, definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central. Hoje, está em 9%.

Quando a regra passa a valer?
As regras valem para o dinheiro depositado na caderneta a partir desta sexta-feira (4).

Mas a regra só vale se a Selic chegar em 8,5%, e agora está em 9%. Como funciona isso?
O dinheiro que for depositado a partir desta sexta vai render 6,17% mais TR, como na regra atual, até que os juros caiam. A partir daí, a remuneração do dinheiro depositado a partir do dia 4 muda.

E como fica o dinheiro que eu já tenho na poupança?
Para esse dinheiro, não muda nada. O que foi depositado na poupança até esta quinta (3), continua rendendo 6,17% ao ano mais TR, independentemente do valor da taxa Selic.

Quando eu fizer um saque de uma poupança que eu já tenho, como fica?
Os saques serão feitos prioritariamente do ‘dinheiro novo’, isso é, do que entrou na conta depois da mudança de regras. O ‘dinheiro antigo’, de antes da mudança, só sai da conta se o ‘dinheiro novo’ não for suficiente.

Por que o governo resolveu mudar as regras?
O objetivo é permitir a redução da taxa Selic. Como essa taxa é referência para as outras taxas de juros praticadas no país, a queda da Selic deve ajudar a reduzir os juros do crédito e incentivar o crescimento da economia.

O que a Selic tem a ver com a poupança?
Quando os juros caem, cai também o rendimento dos investimentos em renda fixa. Se a Selic cair mais, a renda fixa vai pagar menos que a poupança.

Qual o problema da renda fixa pagar menos que a poupança?
Se isso acontecer, os investidores tendem a sair da renda fixa e ir para a caderneta.

E por que o governo quer evitar a fuga da renda fixa?
A renda fixa ajuda a pagar as dívidas do governo. É como se o investidor estivesse emprestando para o governo. Se esse dinheiro ‘some’, o governo não tem como pagar suas contas.

E se os poupadores evitarem da poupança? Isso também gera problemas?
Segundo especialistas, se houver uma saída em massa da poupança também pode haver problemas. Isso porque o dinheiro da caderneta é uma das principais fontes de recursos para o financiamento da compra de imóveis. Se esse dinheiro “secar”, pode ficar mais difícil financiar um imóvel.

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