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Banco Central divulga pesquisa sobre a qualidade das cédulas em circulação no país

O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira, 23 de abril, uma pesquisa inédita que avaliou a qualidade e a durabilidade das cédulas em circulação no Brasil.

De acordo com a pesquisa, as cédulas de R$2, 5, 10 e 20 têm vida útil em média de 14 meses, ou seja, pouco mais de um ano. Já as cédulas de maior valor - R$50 e 100 – podem durar em média 37 meses, quase 3 anos.

O levantamento apontou ainda que 85% das cédulas de maior valor - R$10, 20, 50 e 100 - em circulação apresentam bom nível de conservação, o que contribui para a identificação dos elementos de segurança pela população, dificultando a atuação de falsários.

A pesquisa alerta ainda para o volume de notas descaracterizadas, ou seja, que apresentam riscos, furos, fitas adesivas, etc. Este desgaste precoce se deve geralmente ao descuido no manuseio das notas ou até mesmo dano intencional.

Foram constatadas também diferenças de qualidade nas notas em circulação entre as regiões do país. Tais diferenças regionais estão relacionadas a diversos fatores, como acesso a serviços bancários e até influência climática.

Curiosidade:

O bom estado do dinheiro em circulação contribui para a imagem do país. Atento a essa questão, o BC realiza, periodicamente, pesquisas sobre a relação do brasileiro com o dinheiro, nos quesitos conservação, hábito de uso de cédulas e moedas e identificação dos elementos de segurança. Entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, foram realizadas 2013 entrevistas dirigidas à população, ao comércio e aos prestadores de serviços em todo país, que resultaram nos dados apresentados e constituem importantes indicadores para o planejamento das políticas na área de meio circulante.

O governo mexeu nas regras do rendimento da poupança, mas o que muda na prática na vida do poupador brasileiro?

Entram em vigor nesta sexta-feira (4/5), as novas regras do rendimento da poupança anunciadas ontem pelo Governo Federal, que estabelecem uma remuneração atrelada à Selic para os novos depósitos em poupança sempre que a taxa básica de juros for igual ou inferior a 8,5% ao ano. As alterações são válidas para os depósitos que forem feitos a partir de hoje. Para o dinheiro que já está aplicado, não muda nada.

O objetivo é permitir a redução da taxa básica de juros da economia brasileira sem que os investidores fujam da renda fixa para a poupança, uma vez que o dinheiro investido em renda fixa é fundamental para o governo financiar suas dívidas. Os bancos também pegam parte desse dinheiro para emprestar aos clientes.

De acordo com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, com essa decisão do Governo, o Brasil dá um passo fundamental na direção de remover resquícios herdados do período de inflação alta. “Ao tempo em que preserva integralmente os depósitos já feitos, a medida adapta a caderneta de poupança ao novo cenário brasileiro e com isso consolida as bases para o crescimento econômico sustentável. A caderneta de poupança continuará sendo um patrimônio da nossa sociedade, reconhecidamente um produto financeiro tradicional, de fácil compreensão e amplamente utilizado por todos os brasileiros”, conclui.

Mas de que maneira isso vai mudar a vida do investidor? Veja, a seguir, algumas perguntas e respostas publicadas pelo portal G1:

Como é o rendimento da poupança hoje?
Hoje a poupança rende 6,17% ao ano mais a variação da TR. O investimento na caderneta não paga imposto de renda e pode ser sacado a qualquer momento.

E como vai ficar?
A poupança passa a render 70% da Selic mais a TR, sempre que essa taxa básica de juros estiver em 8,5% ao ano ou menos. A isenção do imposto de renda e a possibilidade de saque a qualquer momento continuam valendo.

O que são a TR e a Selic?
A TR é uma taxa calculada a partir da média de rendimento dos CDBs. Já a Selic é a chamada ‘taxa básica de juros da economia’, definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central. Hoje, está em 9%.

Quando a regra passa a valer?
As regras valem para o dinheiro depositado na caderneta a partir desta sexta-feira (4).

Mas a regra só vale se a Selic chegar em 8,5%, e agora está em 9%. Como funciona isso?
O dinheiro que for depositado a partir desta sexta vai render 6,17% mais TR, como na regra atual, até que os juros caiam. A partir daí, a remuneração do dinheiro depositado a partir do dia 4 muda.

E como fica o dinheiro que eu já tenho na poupança?
Para esse dinheiro, não muda nada. O que foi depositado na poupança até esta quinta (3), continua rendendo 6,17% ao ano mais TR, independentemente do valor da taxa Selic.

Quando eu fizer um saque de uma poupança que eu já tenho, como fica?
Os saques serão feitos prioritariamente do ‘dinheiro novo’, isso é, do que entrou na conta depois da mudança de regras. O ‘dinheiro antigo’, de antes da mudança, só sai da conta se o ‘dinheiro novo’ não for suficiente.

Por que o governo resolveu mudar as regras?
O objetivo é permitir a redução da taxa Selic. Como essa taxa é referência para as outras taxas de juros praticadas no país, a queda da Selic deve ajudar a reduzir os juros do crédito e incentivar o crescimento da economia.

O que a Selic tem a ver com a poupança?
Quando os juros caem, cai também o rendimento dos investimentos em renda fixa. Se a Selic cair mais, a renda fixa vai pagar menos que a poupança.

Qual o problema da renda fixa pagar menos que a poupança?
Se isso acontecer, os investidores tendem a sair da renda fixa e ir para a caderneta.

E por que o governo quer evitar a fuga da renda fixa?
A renda fixa ajuda a pagar as dívidas do governo. É como se o investidor estivesse emprestando para o governo. Se esse dinheiro ‘some’, o governo não tem como pagar suas contas.

E se os poupadores evitarem da poupança? Isso também gera problemas?
Segundo especialistas, se houver uma saída em massa da poupança também pode haver problemas. Isso porque o dinheiro da caderneta é uma das principais fontes de recursos para o financiamento da compra de imóveis. Se esse dinheiro “secar”, pode ficar mais difícil financiar um imóvel.

BC vai monitorar operações de crédito acima de R$ 1 mil

O Banco Central (BC) lançou na última sexta-feira, 23 de março, a ampliação do Sistema de Informações de Crédito (SCR). De acordo com o presidente do BC, Alexandre Tombini, o país agregou 40 milhões de pessoas ao consumo entre 2003 e 2009. Na avaliação dele, a inclusão financeira funcionou como uma reforma microeconômica no Brasil e destacou que é preciso continuar a avançar neste processo.

Tombini disse que o sistema reformulado vai quadruplicar a quantidade de informações. Além disso, as transações registradas no SCR vão dobrar. "Com os tíquetes mais baixos de crédito, certamente teremos mais aderência a essa nova população que ingressa no sistema financeiro. É uma forma de consolidar os avanços e aprofundar o processo de inclusão financeira", afirmou. "São 155 milhões de novas operações individualmente identificadas, 93% são referentes a pessoas físicas, o restante de empresas de pequeno porte".

Segundo o ministro, a partir de agora, 96% do total de operações de crédito no país, em valores, serão cobertas com informações detalhadas. "Poucos países têm esse tipo de cobertura", afirmou. Entre as novas informações relevantes do sistema, Tombini citou a saída de mutuários, faturamento da pessoa jurídica, renda da pessoa física, informações complementares sobre as garantias e informações referentes a eventual cessão de crédito.

Ele também disse que o SCR vai ajudar a diminuir o spread bancário. "O detalhamento das informações vai permitir atuação do BC como regulador tanto microprudencial quanto macroprudencial de uma forma mais precisa e efetiva ao longo do tempo".

Desde 31 de janeiro de 2012, o SCR passou a receber informações mais detalhadas sobre as operações de crédito, como a renda das pessoas físicas, o faturamento das pessoas jurídicas e as informações dos fundos de investimento de direitos creditórios. Atualmente o SCR identifica, de forma facultativa, todos os clientes com operações totais iguais ou superiores a R$ 1 mil reais. A partir de 30 de abril, a informação acima desse valor será obrigatória.

A medida contribui para o aprimoramento do monitoramento e da supervisão do risco de crédito a que estão expostas as instituições financeiras, além de fornecer condições para melhor analisar o processo de inclusão financeira no Brasil. Para o sistema, o intercâmbio de informações entre as instituições financeiras sobre o montante de débitos de clientes em operações de crédito iguais ou superiores a R$ 1 mil permite a melhor avaliação do risco de crédito, sendo determinante, por exemplo, para evitar o excesso de endividamento dos tomadores de crédito de menor valor.

Clique para acessar a Circular 3.567/11, que dispõe sobre o fornecimento de informações ao SCR.

Fonte: Com informações da Agência Estado.

A arte de poupar em grupo

Está pensando em adquirir um veículo, mas está com dúvida entre um consórcio ou um financiamento? Não se preocupe, vamos explicar o que é e como funciona o consórcio para você.

A grande vantagem do consórcio é que não embute juros e os custos tendem a ser mais baixos que os do financiamento. Por esse motivo, muitos brasileiros tendem a aderir à modalidade para a compra do carro, entre outros bens.

O consórcio é o autofinanciamento de um grupo de pessoas, organizado por uma empresa administradora, com o objetivo de se adquirir um bem, como um veículo, por exemplo. É uma forma inteligente de poupar, onde o cotista ou consorciado desembolsa um valor mensal de maneira simples e segura destinada à formação de uma poupança comum. O consorciado pode antecipar o recebimento do veículo por meio de um lance ou de sorteios. Todos os cotistas têm assegurado o direito de utilizar essa poupança para a aquisição de bem ou serviço, de acordo com as regras previstas no contrato do grupo. 

Dessa forma, os consorciados garantem, por meio do autofinanciamento, a soma dos valores necessários para a contemplação dos demais participantes do grupo, com o estabelecimento prévio de prazos e valores. Dessa forma, todos se beneficiam. Desde aquele que é contemplado no início até o último que receberá um bem novinho com valor atualizado e pelo qual pagou um valor menor.

Confira aqui a Cartilha - Consórcio: Uma Poupança Programada, desenvolvida pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), que explica com uma linguagem simples e direta os benefícios do consórcio como modalidade inteligente de poupar. 

Fonte: Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC)

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