Banco Central muda número de atendimento ao público

O Banco Central divulgou o novo número da central de atendimento ao público que começou a funcionar na quinta-feira (26/2). Ao discar 145 o cidadão pode tirar dúvidas sobre serviços financeiros e obter informações sobre os assuntos de responsabilidade da Autarquia.

A alteração faz parte do processo de modernização da estrutura tecnológica da central de atendimento, para melhorar os serviços prestados pelo BC à sociedade e aumentar a capacidade de resposta às demandas recebidas.

Com a mudança, a entidade também se adequa ao padrão de três dígitos, regulamentados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para os serviços de utilidade pública. A ligação terá o custo de chamada local para todo o Brasil.

O número anterior (0800-979-2345) será descontinuado a partir de segunda-feira (2/3).

BC lança as moedas comemorativas das Olimpíadas Rio 2016

O Banco Central lançou as primeiras nove moedas comemorativas do programa numismático dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum. O programa compreenderá ao todo 36 moedas, que serão lançadas até 2016. Veja as imagens das moedas.

A moeda de ouro homenageia, além do Cristo Redentor, a corrida de 100 metros rasos, um dos esportes que representa o lema Olímpico “Citius, Altius, Fortius” (mais rápido, mais alto, mais forte).

As moedas de prata homenageiam o Rio de Janeiro: os anversos, com paisagens conhecidas onde o carioca pratica esportes como remo, corrida, ciclismo e vôlei de praia; os reversos, com aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil. Toninha (espécie de golfinho), Bromélia, Arcos da Lapa e Bossa Nova inauguram as quatro séries temáticas: Fauna, Flora, Arquitetura e Música, respectivamente.

Os esportes Olímpicos e Paralímpicos são os destaques das moedas de circulação comum. No primeiro lançamento, Atletismo e Natação representam dois dos esportes em que o Brasil conquistou mais medalhas em Jogos Olímpicos; Golfe e Paratriatlo, as duas modalidades que passarão a fazer parte dos Jogos de 2016. As moedas de R$1 entrarão em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção.

Após o lançamento, as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil por meio de boleto bancário ou, no caso de correntistas do BB, débito em conta. As moedas também estarão à venda nas agências do Banco do Brasil relacionadas abaixo. Quem comprar nas agências do BB, só poderá pagar em dinheiro.

Todos os projetos foram desenvolvidos pelas equipes do Banco Central e da Casa da Moeda do Brasil, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Em 2015, em data a ser divulgada, estarão disponíveis dois conjuntos: com as quatro primeiras moedas de prata e com as quatro de circulação comum.

O segundo lançamento do Programa Olímpico ocorrerá no primeiro semestre de 2015.

Características das moedas:

Moedas de ouro: Valor de face: 10 reais Composição: ouro 900/1000 Diâmetro: 16mm Peso: 4,4g Bordo: serrilhado Acabamento: proof Tiragem máxima por moeda: 5 mil Preço de venda: R$1.180,00

Moedas de prata: Valor de face: 5 reais Composição: prata 925/1000 Diâmetro: 40mm Peso: 27g Bordo: serrilhado Acabamento: proof Tiragem máxima por moeda: 25 mil Preço de venda: R$195,00

Moedas de circulação comum: Valor de face: 1 real Composição: aço inox (núcleo) e aço revestido de bronze (anel) Diâmetro: 27mm Peso: 7g Bordo: serrilhado Acabamento: comum Tiragem máxima por moeda: 20 milhões (máximo de 200 mil em cartelas) Preço de venda (moedas em cartelas): R$13,00

Agências do Banco do Brasil: Belém (PA) – Rua Santo Antonio, 432 – Campina; Curitiba (PR) – Av. Cândido de Abreu, 554 – Centro Cívico; Fortaleza (CE) - Av. Heráclito Graça, 1500 – Aldeota; Porto Alegre (RS) – Rua Sete de Setembro, 790 – Centro; Rio de Janeiro (RJ) – Rua da Quitanda, 60 – Centro; São Paulo (SP) - Av. Paulista, 2163 – Cerqueira Cesar

Agências do Banco do Brasil em Dependências do Banco Central: Brasília (DF) - SBS, quadra 3, bloco B, 2.º subsolo; Belo Horizonte (MG) - Av. Álvares Cabral, 1605 – 2º subsolo – Santo Agostinho; Recife (PE) – Rua da Aurora, 1259 – Santo Amaro; Salvador (BA) - Av. Anita Garibaldi, 1211 – Ondina.

CMN autoriza cooperativas a emitirem letras financeiras

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero de Moraes Meirelles, afirmou na segunda-feira (17/11), durante a abertura do VI Fórum Banco Central de Inclusão Financeira, em Florianópolis (SC), que o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu autorizar as cooperativas de crédito a emitirem letras financeiras.

De acordo com o diretor, que substituí o presidente Alexandre Tombini interinamente, a medida permitirá as instituições financeiras cooperativas "trazerem recursos mais estáveis para suas operações". A nova norma será detalhada mais adiante pelo BC.

O que é Letra Financeira?

A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa que pode ser emitido por bancos múltiplos, comerciais, e de investimento; sociedades de crédito, financiamento e investimento; caixas econômicas; companhias hipotecárias; sociedades de crédito imobiliário; e após o anúncio de ontem pelo BC, pelas cooperativas de crédito.

A LF pode ser entendida como um empréstimo que o investidor faz a uma instituição financeira em troca de uma remuneração, geralmente, vinculada ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

É um investimento de baixa liquidez. O prazo mínimo é de 24 meses sendo vedado o resgate, total ou parcial, antes do vencimento pactuado. Isso impede que as instituições financeiras dêem liquidez antecipada aos recursos do investidor.

A remuneração da LF pode ser pré-fixada, combinada ou não com taxas flutuantes. No entanto, a maioria apresenta remuneração pós-fixada, indexada ao CDI.

A remuneração paga nas operações com LF, geralmente, varia entre 105% e 115% do CDI, dependendo basicamente do valor investido, prazo, tamanho da instituição financeira e rating de crédito.

O valor mínimo para iniciar as aplicações é de R$ 300 mil. Portanto, é um instrumento financeiro destinado a investidores qualificados, sobretudo, investidores institucionais como instituições financeiras, companhias de seguros, fundos de pensões, sociedades de investimentos, entre outros.

A tributação da LF segue a tabela regressiva da maioria das aplicações de renda fixa. Como o prazo mínimo de vencimento é de 24 meses, não incide o imposto sobre operações financeiras (IOF) e o imposto de renda (IR) incide sob a menor alíquota (15% sobre os rendimentos), retido na fonte no resgate.

Na ótica do emissor, esse instrumento nasceu com o intuito de proporcionar uma melhor administração de ativos e passivos. Uma alternativa de fundingde longo prazo.

Já na ótica do investidor, existem três características que podem ser notadas como desvantagem em relação ao CDB – instrumento mais tradicional de captação de depósitos a prazo nas instituições financeiras:

· Não possuem alta liquidez;

· Não contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC); e

· O valor unitário mínimo do papel é de R$ 300 mil.

No entanto, o rendimento dessa modalidade é mais atraente.

Vale notar que, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) normatizou, por meio da Instrução CVM 488, a oferta pública desses instrumentos financeiros. A oferta pode se dar tanto por processo normal de oferta pública, conforme a Instrução 400, quanto de oferta pública com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução 476.

Embora seja legalmente um título de crédito, a LF pode ser também um valor mobiliário, na hipótese de ser objeto de oferta pública sujeitando-se as normas da CVM. As normas com relação a oferta pelas cooperativas de crédito serão detalhadas mais adiante pela autarquia.

Fonte: Com informações da coluna Caro Dinheiro de Samy Dana (Folha de S. Paulo)

BC cria sistema para cidadão ter acesso às suas operações de crédito

Sistema 'Registrato' poderá ser consultado pela internet, informou o BC.

Instituição também aprimorou regras para registro de reclamações.

O Banco Central lançou nesta segunda-feira (17) uma ferramenta para permitir que os cidadãos tenham acesso, pela internet, às informações sobre suas operações de crédito e outros relacionamentos com o sistema financeiro. Segundo o BC, o "Sistema Registrato" dará acesso a essas informações de "forma rápida e segura".

"Com o novo sistema, para obter essas informações, os cidadãos não precisarão mais se deslocar às representações do BC ou remeter pelos correios solicitação com firma reconhecida em cartório e cópias de documentos pessoais também autenticadas", informou a instituição.

De acordo com o Banco Central, para garantir o sigilo dos dados pessoais dos requerentes, o novo sistema incorpora "padrões de segurança de identificação eletrônica do cliente bancário desenvolvidos nos serviços de internet banking utilizados pelos bancos".

"O acesso aos dados por meio da internet também auxilia no gerenciamento das finanças pessoais pelo cidadão, contribuindo para melhoria na qualidade do crédito concedido pelas instituições financeiras, por meio do aprimoramento do processo de análise cadastral", acresentou.

Como usar o sistema

Para usar o sistema, informou o BC, o cliente bancário que faz uso de internet banking deverá seguir os seguintes passos: acessar a página do Registrato, no endereço eletrônico do BC (clique aqui para acessar), selecionar a opção “Clientes bancários que fazem uso de internet banking” e clicar no link “1 - Obter a frase de segurança”.

Em seguida, deve Inserir o CPF, o nome de um banco com o qual tenha relacionamento (internet banking), a data de nascimento e o nome da mãe e, logo após, o sistema irá fornecer uma frase de segurança.

Os clientes bancários deverão, em seguida, validar a frase de segurança, fornecida pelo sistema, no internet banking do banco indicado no momento do acesso. "Para isso, será necessário clicar no ícone com o logotipo do BC em local de fácil acesso no internet banking do banco", diz o BC.

Depois, as pessoas deverão acessar novamente o endereço eletrônico do Banco Central, voltar à página do Registrato e clicar em “3 - Cadastrar”. "Será necessário inserir o CPF, o nome da instituição financeira que validou a frase de segurança e o e-mail. Feito isso, o cadastro estará concluído e o sistema informará uma senha provisória para acesso aos relatórios", informou.

Para completar o procedimento, os clientes deverão trocar a senha provisória, acessando novamente a página do Registrato no endereço eletrônico do BC e clicando em “Acessar o Registrato”. "Os cidadãos que já possuem cadastro no Banco Central podem acessar o sistema diretamente, bastando informar seu Usuário Sisbacen e senha. Para isso, devem clicar em “Já possuo cadastro” na página do Registrato", informou o BC.

Os clientes que não fazem uso do banco pela internet precisarão fazer o cadastro em uma das unidades de atendimento do Banco Central. Os endereços estão disponíveis neste link.

Registro de reclamações

O Banco Central também informou nesta segunda-feira que foi publicou a circular aperfeiçoando as regras para o registro e o tratamento de reclamações contra instituições financeiras registradas por cidadãos.

"A medida visa a promover a melhoria da qualidade das respostas oferecidas pelas instituições financeiras aos reclamantes e ao Banco Central, favorecendo a efetividade das ações de supervisão de conduta, de regulação e de educação financeira a partir das demandas apresentadas", explicou a autoridade monetária.

Entre as principais mudanças, estão a inserção das instituições de pagamento autorizadas a funcionar no rol das entidades passíveis de serem objeto de registro de demandas do cidadão no Banco Central e a obrigatoriedade de que a resposta oferecida ao demandante pela instituição seja completa, fazendo referência a todas as ocorrências abordadas no registro.

Além disso, haverá uma nova nomenclatura para os registros de reclamação que passarão a ser chamados de ‘regulado’ – quando o fato registrado se relacionar com lei ou regulamentação cuja competência de supervisão seja do Banco Central – e “não regulado” – nos demais casos. Haverá ainda a necessidade de registro no serviço postal, quando a resposta encaminhada pela instituição reclamada ocorrer por meio de carta. Por fim, há possibilidade de prorrogação do período de resposta dos registros de reclamação pela instituição reclamada uma única vez, por prazo máximo igual ao inicialmente estabelecido no registro, desde que seja comprovado que o interessado foi informado sobre os motivos do pedido, excetuando-se instituições submetidas a regimes especiais, bem como para situações excepcionais, tais como greve, enchente ou problema no sistema da instituição.

As rclamações quanto aos serviços e produtos oferecidos pelas instituições que integram o sistema financeiro nacional podem ser registradas pelo público junto ao Banco Central por meio formulário “Fale conosco”, disponível no site do Banco Central na internet.

Fonte: G1
Imagem: Tela de acesso do sistema Registrato (Foto: Reprodução/Banco Central)

CMN direciona mais recursos da poupança rural para a agricultura

Medida vai permitir direcionamento de R$ 21 bilhões para crédito rural.

Recursos serão utilizados na safra 2014/2015, informou o Banco Central.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou duas resoluções que vão permitir o direcionamento de até R$ 21 bilhões para crédito rural na safra 2014/2015, em linha com o Plano Safra do período, informou o Banco Central na última quinta-feira (30).

Uma das resoluções do CMN eleva de 67% para 72% o percentual da exigibilidade da poupança rural que deve ser aplicado na agricultura, medida que resultará na alocação adicional de R$ 5 bilhões nesse setor. Em contrapartida, a norma estabelece redução do percentual de recolhimento compulsório da poupança rural de 18% para 13%.

Outra norma aprovada pelo governo, informou o BC, permite que as instituições financeiras que operam com a poupança rural renunciem ao fator de ponderação que incide sobre os saldos das operações de custeio e de comercialização contratadas na safra 2013/2014. "Essa medida, segundo estimativas do BC, deverá propiciar a alocação de até R$ 16 bilhões em novas operações de crédito rural", acrescentou a autoridade monetária.

A instituição lembrou que os bancos que operam com a poupança rural são: Banco do Brasil, Banco do Nordeste do Brasil, Banco da Amazônia, Banco Cooperativo do Brasil e o Banco Sicredi.

Fonte: Alexandro Martello Do G1, em Brasília.

Cooperativas de crédito são alternativas a bancos

Associados têm direito a voto, independentemente do valor aplicado na cooperativa, e acesso a taxas de crédito e de investimento mais atrativas

SÃO PAULO - Com a compra de uma cota de capital, cujo valor mínimo é definido por estatuto, uma pessoa pode se associar a uma cooperativa de crédito e ter acesso a linhas de empréstimo e investimento com juros mais atrativos que as de bancos tradicionais.

Além disso, o cooperado, ao comprar a cota - espécie de participação no capital da instituição financeira, que pode variar de R$ 10 a um terço do capital total, dependendo da cooperativa -, já garante remuneração média de 100% do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI) do valor investido, em caso de resgate.

Embora respondam ao Banco Central, as cooperativas de crédito, instituições financeiras criadas a partir da união de um grupo de pessoas, não recolhem compulsórios e não visam o lucro, de forma que podem apresentar opções de linhas de crédito mais vantajosas ao associado.

Taxas

No Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), que reúne cooperativas de 25 estados e do Distrito Federal e conta com mais de 2,8 milhões de associados, os juros do crédito consignado variam entre 18,15% e 25,19% ao ano.

No sistema financeiro nacional, por sua vez, a taxa média para o consignado, em agosto, estava em 32,7% ao ano para funcionários do setor privado e de 24% ao ano para servidores públicos, segundo dados do Banco Central.

As linhas de investimento também oferecem mais retorno. Segundo o gerente de planejamento estratégico do Sicoob, Hugo Rodrigues Ferreira, o Recibo de Depósito Cooperativo (RDC) garante, em média, 100% do CDI - já os grandes bancos varejistas brasileiros dificilmente conseguem garantir esse percentual em aplicações como o Certificado de Depósito Bancário (CDB).

"As cooperativas pagam, em média, 11% ao ano no RDC, mas captam com juros de 18% ao ano no consignado, por exemplo. Então, como não têm compulsório e não visam ao lucro, elas ainda têm um 'spread' de 7%, que é reinvestido para os próprios cooperados", observou Ferreira.

Poder de voto

Outro diferencial das cooperativas de crédito é que todos os associados têm direito de voto e, independentemente do valor da cota que possuem, a participação nas decisões da instituição tem o mesmo valor.

"Por ser uma empresa administrada pelos donos para seus donos não precisa ter lucro exacerbado. Esse é um dos motivos para as taxas juros procurarem um preço justo", afirmou o diretor operacional do Sicoob, Francisco Silvio Reposse Júnior.

Participação

Os cooperados também têm direito a uma participação no resultado das "sobras" das instituições - nome adotado para o lucro proveniente das operações das cooperativas.

Segundo o superintendente da administradora de consórcio do Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi), Romeo Balzan, a participação nos resultados que cada cooperado terá depende do volume e a quantidade de recursos movimentados no período.

"Essa participação independe do valor da cota de capital da pessoa. Se ela movimentou mais dinheiro, terá uma participação maior", disse Balzan.

O superintendente também ressaltou que, diferentemente dos bancos tradicionais, as cooperativas de crédito não focam em uma linha de crédito específica, mas oferecerem as soluções de acordo com o que é solicitado pelos clientes.

Produtos

Assim como as instituições financeiras tradicionais, as cooperativas oferecem produtos como consórcios, previdência, cartões e poupança. Existem mais de 5,1 mil unidades de atendimentos de cooperativas de crédito - espécie de agências das instituições - espalhadas pelo Brasil, sendo que 2.235 pontos pertencem ao Sicoob e 1.306 pontos são da rede de cooperativas da Sicredi.

A maior parte dos clientes das cooperativas ainda são pessoas físicas, mas a participação das empresas está crescendo. Dados da Sicoob mostram que o crescimento de famílias na rede de cooperativas foi de 6,7% no primeiro semestre deste ano em relação seis primeiros meses do ano passado. Já o de pessoas jurídicas foi de 13,8% no período.

Resultados

A Sicredi fechou junho de 2014 com R$ 43,7 bilhões em ativos financeiros e patrimônio líquido de R$ 6,1 bilhões, contando com uma rede de 17 mil funcionários e 2,6 milhões de associados distribuídos em 11 estados do País.

Para Balzan, o maior diferencial das cooperativas de crédito é justamente a entrada em cidades de difícil acesso e a busca por desenvolver a região onde estão inseridas.

"O dinheiro que a cooperativa capta ela investe na própria região que ela opera. Os recursos de uma cooperativa do Rio Grande do Sul, por exemplo, vão ser investidos no próprio estado.

Diferentemente dos bancos, que podem captar no Nordeste e emprestar em São Paulo, por exemplo", disse.

Crescimento

A carteira de crédito do Sicoob teve uma evolução de 25,2% e chegou a R$ 29,1 bilhões no primeiro semestre deste ano, percentual superior ao apresentado pelo Sistema Financeiro Nacional (SFN), que foi de 12,1%. Em ativos o sistema atingindo a marca de R$ 47,9 bilhões, evolução de 26,1% em relação o mesmo período de 2013, enquanto no SFN o acréscimo foi de 8%.

O patrimônio líquido das cooperativas do Sicoob teve um crescimento de 18,5% e registrou R$ 10,1 bilhões no final desse semestre.

Fonte: Por Pedro Garcia para o Jornal DCI
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